
Bem, nós sabemos que as mulheres somam em média 5% das áreas de ciências exatas como Física e Química no mundo, e mais de 80% dos cursos de ciências humanas como História e também cursos como o de Letras e história da Arte são majoritarimente ocupados por mulheres, sem querer dizer que homens e mulheres teriam habilidades totalmente distintas de modo que uma mulher ou um homem não seria capaz de fazer tão bem o que é mais feito pelo sexo oposto, estes números sugerem que pelo menos deve haver uma inclinação natural a escolha das carreiras para homens e mulheres, sem que isto necessariamente isto deva acontecer. No entanto, dizer isso fere as regras do politicamente correto, foi assim que aconteceu com O reitor da Universidade de Harvard nos Estados Unidos ,Lawrence Summers , que em 2005 disse que as mulheres eram menos propensas a Matemática e à Física do que os homens.
Resultado: O reitor foi demitido do cargo e substituído por uma mulher, a historiadora Drew Gilpin Faust, a primeira mulher a ocupar o cargo de reitora deste a fundação da Universidade
É curioso no entanto que só há preocupação com as áreas em que as mulheres estão em menor número que os homens , o contrário não ocorre.
O congresso Latino Americana de Mulheres nas Ciências exatas e Da Vida
Em 2004 foi Realizado no Rio de Janeiro o Primeiro Congresso Latino Americano de Mulheres nas Ciências Exatas e da vida, foi proposto a adoção de cotas para mulheres nas ciências exatas, nos cursos como Física e Química, com a justificativa de que as mulheres precisavam ganhar mais espaço nessas áreas devido a discriminação que seriam impostas a elas.Nos resumos das conclusões do envento era dito assim:
- Promover o estabelecimento de cotas nos programas de apoio e pesquisa de bolsas do país e no exterior, bem como estabelecer diferentes variantes de bolsas compartilhadas
Sub-cotas para mulheres em cotas racias
Este é um verdadeiro disparate que ocorre em diversas universidades como a UFAL ( universidade Federal de Alagoas ) que adotam o sistema de cotas racias, e dentro destas cotas, reserva-se no 60% por cento destas cotas para mulheres negras e 40% para homens negros. Agora qual seria a justicativa para isso, já que as mulheres apresentam em média mais estudos que os homens? No total das vagas destes vestibulares destas universidades há um percentual de 12% destinadas a um tipo de pessoa: mulheres negras, que representa as sub-cotas de vagas para mulheres em cotas racias.
Não é tamanha a hipocrisia?
Ver resumo do congresso de mulheres latino-americanas nas ciências exatas e da vida


